Nos esforçamos o tempo todo para nos encaixar em tantos padrões, para corresponder a tantas expectativas e para sermos considerados normais. Estamos o tempo todo nos julgando e acreditando que não somos bons o bastante diante de outras pessoas...pessoas qu, às vezes, nem mesmo conhecemos. Achamos o tempo todo que poderíamos ser iguais à pessoas totalmente diferentes da gente.
Mesmo se tratando de padrões de autores desconhecidos, os tratamos como verdades únicas, como caminhos certos a seguir, dignos de nossa preocupação e encanação caso tenhamos vontade de tomar uma decisão diferente. Cara, isso não vale a pena...na moral.
Ser aquilo que se chama de normal é praquele que não busca, que não vê além, que não admite a possibilidade de um caminho alternativo...e tantas vezes melhor, mais bonito e é claro...bem mais difícil. Também não dá pra ser sopa no mel, né?!
Temos que estar o todo perdidamente apaixonados ou então sofrendo por amores perdidos ou não correspondidos. Temos que sentir o coração bater pelos delícias ou segurá-los quando ninguém acha aquela pessoa digna de um tremor nas pernas ou das mãos suando. Temos que assistir Big Brother e torcer pelo legalzão com cara de dó, temos que torcer pro vilão morrer ou ir pra uma cadeia bem porca na novela das oito...e temos que comer comida orgânica e integral, além de se filiar ao Greenpeace ou ao SOS Mata Atlântica. E temos que ser, obrigatoriamente, magros e ter o cabelo lindo ao acordar.
Quer saber, eu não gosto de comida orgânica, pareço um poodle depois da II Guerra Mundial quando acordo, não estou todos os dias perdidamente apaixonada e nem sofrendo por amor, e não quero ser alternativa pra parecer cool e bacanona! Pronto, falei. Temos medo de sermos aquilo que sentimos, temos medo de sermos aquilo que gostaríamos de ser.
Experimente a sensação de bater fora do bumbo, pelo menos uma vez. É incrível. Não se importe com classificações, com certo ou errado, saiba entender o que é que te faz bem...o que te faz sentir plenamente como tem vontade.
quinta-feira, 3 de março de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Não tão fundamental assim...
Hoje andei pensando sobre mudar meu conceito de que conhecer completamente as pessoas é fundamental. Não consigo me decidir se é melhor se deixar surpreender ou ir afundo em alguém pra saber o que esperar e não se machucar, cedo ou tarde. Também me peguei pensando nisso porque acho que uma mesma pessoa pode ter muitas pessoas dentro de si.
Acho que o mais certo, portanto, seria sentirmos as pessoas. Corpo, alma e coração. Sentirmos aquela pessoa de cada dia, aquela pessoa que menos se deixa transparecer. A que menos aparece é sempre a mais verdadeira. Conhecer de verdade é sentir aquela pessoa que te prende sem ao menos te tocar, que te olha a fundo sem mesmo estar próxima de ti, é aquela que sabe que ela está dentro de você, do jeito mais simples, sutil, marcante ao mesmo tempo.
A pessoa de verdade é aquela com quem o tempo passa sem perceber mas que você deseja que o tempo pudesse parar pra você entender e conhecer as outras pessoas que ela pode te mostrar, que pode deixar ser vista. A melhor das pessoas, concluí, é aquela que está entre linhas. A melhor pessoa é aquela que, mesmo que em algum momento te decepcione ou te mostre um lado muito inesperado, vai te surpreender positivamente a qualquer momento.
As decepções são aprendizados, as surpresas também. É preciso que saibamos ler no vazio, ouvir no silêncio e entender, na ausência, que a essência é variável.
Acho que o mais certo, portanto, seria sentirmos as pessoas. Corpo, alma e coração. Sentirmos aquela pessoa de cada dia, aquela pessoa que menos se deixa transparecer. A que menos aparece é sempre a mais verdadeira. Conhecer de verdade é sentir aquela pessoa que te prende sem ao menos te tocar, que te olha a fundo sem mesmo estar próxima de ti, é aquela que sabe que ela está dentro de você, do jeito mais simples, sutil, marcante ao mesmo tempo.
A pessoa de verdade é aquela com quem o tempo passa sem perceber mas que você deseja que o tempo pudesse parar pra você entender e conhecer as outras pessoas que ela pode te mostrar, que pode deixar ser vista. A melhor das pessoas, concluí, é aquela que está entre linhas. A melhor pessoa é aquela que, mesmo que em algum momento te decepcione ou te mostre um lado muito inesperado, vai te surpreender positivamente a qualquer momento.
As decepções são aprendizados, as surpresas também. É preciso que saibamos ler no vazio, ouvir no silêncio e entender, na ausência, que a essência é variável.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
I'm so between the lines...
Tô naqueles dias em que a mente tá cheiona de coisas e que você não consegue ordenar as ideias pra poder escrever. E é difícil começar uma coisa quando não se sabe por onde começa...é como achar ponta de pisca-pisca em época de Natal, sabe? Demora...mas rola. E é daí que sinto que saem as melhores coisas, as palavras mais sinceras, aquelas que saem de onde estão direto pra tela do computador, já que não usamos mais papel.
Sentimentos muito diferentes se misturam dentro de mim, mais na minha cabeça do que no meu coração. Meu coração anda muito bem resolvido. Tô vivendo aquelas fases em que tudo faz sentido pra mim quando se trata disso. Estando bem com isso, você tem meio caminho andado, tem coragem e paixão pra seguir em frente. Um coração em paz te chama para ter uma mente tranquila.
Mas...quem é que consegue ter um coração em paz quando se vive batalhando com a própria mente? Isso é algo que chamo de impossível. Minha mãe sempre me ensinou o poder da mente e o bem ou mal que ela pode lhe fazer. Hoje acredito muito nisso...e agradeço por não ter nenhum pensamento que julgo ruim na minha mente. O que tenho são palavras soltas, pensamentos confusos, decisões já tomadas - e bem tomadas - que eu insisto em repensar.
Tenho medo de começar e de terminar coisas. Sempre fui assim. E essas características pesam na minha cabeça há 25 anos, nunca fui muito objetiva ou até mesmo uma pessoa simples. Se tenho de começar algo tenho medo daquilo que vou encontrar no caminho que devo começar. Se tenho de terminar, repenso as consequências um zilhão de vezes e nunca acharei que estou certa ou que a culpa não é minha.
Hoje, o que mais me aflige, é ter de terminar uma coisa que nem ao menos comecei. Ou comecei, mesmo sem perceber. Não é algo que me dói na carne, que vai me dilacerar o coração dentro do peito e nem me fazer derrubar algumas lágrimas...que, na verdade, já começam a cair. Bom, talvez algumas. É daquelas coisas que te fazem perder o ar e que você sabe que, nesse caso, respirar é mais do que preciso.
Por mais que pareça bobagem e totalmente controlável...acredite...não é. É necessário disciplina, memória curta, pouca atenção aos detalhes, ao que está subentendido. E mais do que isso é preciso que você não tente ouvir, no silêncio, aquilo que você queria que tivesse sido dito.
Costumo escrever quando sinto coisas que julgo só minhas, que posso escrevê-las de um jeito que ninguém entenda. Dessa forma é quando digo tudo aquilo que eu sinto pra mim pra que eu possa olhar de fora, analisar e tentar entender. Acho que quando escrevo é o momento em que saio do meu corpo e assisto minha alma contando os melhores segredos sobre mim. Acho que estou começando a entender o que se passa.
Sentimentos muito diferentes se misturam dentro de mim, mais na minha cabeça do que no meu coração. Meu coração anda muito bem resolvido. Tô vivendo aquelas fases em que tudo faz sentido pra mim quando se trata disso. Estando bem com isso, você tem meio caminho andado, tem coragem e paixão pra seguir em frente. Um coração em paz te chama para ter uma mente tranquila.
Mas...quem é que consegue ter um coração em paz quando se vive batalhando com a própria mente? Isso é algo que chamo de impossível. Minha mãe sempre me ensinou o poder da mente e o bem ou mal que ela pode lhe fazer. Hoje acredito muito nisso...e agradeço por não ter nenhum pensamento que julgo ruim na minha mente. O que tenho são palavras soltas, pensamentos confusos, decisões já tomadas - e bem tomadas - que eu insisto em repensar.
Tenho medo de começar e de terminar coisas. Sempre fui assim. E essas características pesam na minha cabeça há 25 anos, nunca fui muito objetiva ou até mesmo uma pessoa simples. Se tenho de começar algo tenho medo daquilo que vou encontrar no caminho que devo começar. Se tenho de terminar, repenso as consequências um zilhão de vezes e nunca acharei que estou certa ou que a culpa não é minha.
Hoje, o que mais me aflige, é ter de terminar uma coisa que nem ao menos comecei. Ou comecei, mesmo sem perceber. Não é algo que me dói na carne, que vai me dilacerar o coração dentro do peito e nem me fazer derrubar algumas lágrimas...que, na verdade, já começam a cair. Bom, talvez algumas. É daquelas coisas que te fazem perder o ar e que você sabe que, nesse caso, respirar é mais do que preciso.
Por mais que pareça bobagem e totalmente controlável...acredite...não é. É necessário disciplina, memória curta, pouca atenção aos detalhes, ao que está subentendido. E mais do que isso é preciso que você não tente ouvir, no silêncio, aquilo que você queria que tivesse sido dito.
Costumo escrever quando sinto coisas que julgo só minhas, que posso escrevê-las de um jeito que ninguém entenda. Dessa forma é quando digo tudo aquilo que eu sinto pra mim pra que eu possa olhar de fora, analisar e tentar entender. Acho que quando escrevo é o momento em que saio do meu corpo e assisto minha alma contando os melhores segredos sobre mim. Acho que estou começando a entender o que se passa.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Encontrando as origens!!
Oeeee!! Começamos 2011 e cá estou eu...again!! Eu não os abandono jamais!! Hehehe...Enfim, quero contar uma coisa que tá rolando! Meu ano novo começou de uma forma bem engraçada, voltando ao passado. Mas não, não é nenhum encosto de final de ano, como diria meu amigo/encosto, Sr. Aldo Liidtke.
Todo mundo sabe que eu tenho uma família japonesa, né?! E a tia Márcia [Uehara] tem usado o Facebook pra encontrar familiares, ascendentes dos Uehara pelo mundo todo. Os contatos começaram pela Argentina e o pessoal está animadão. Ela me mostrou uma montão de fotos antigas - muito antigas diga-se de passagem, da década de 20!! - os primos, os tios e todo mundo que ela tem encontrado.
Tia Márcia, minha incentivadora.
Aí, ontem, no regabofe da Tia Vilma, estávamos conversando sobre essa aventura dela atrás de suas origens, resolvi buscar as minhas também! Nossa, aquela conversa toda me animou muito pra saber de onde eu vim, o que faziam meus antepassados, quais são minhas raízes.
Pra quem não sabe, toda minha família paterna é portuguesa. Meus avós - João Mendes Carvalho e Maria Custódia Mendes Carvalho - vieram para o Brasil entre os anos 20 e 30, novos, com os filhos pequenos. Maria José, Maria de Jesus e José Maria. Onde resolveram se fixar, tiveram Carlos Alberto, meu pai. Ou seja, sou daquelas portuguesas autênticas...que tem galo na cozinha, que bota azeite em tudo, adora vinho do porto e bacalhau. Ah, e eu falo beeem baixinho também...quase não se ouve minha voz.
Enfim, esses são os únicos dados que tenho até agora. Mas, mesmo assim ainda estou inspirada no esforço da tia Márcia, da tia Vilma, dos Uehara e tô tentando loclaizar os Mendes Carvalho. Prometo que vou postando aqui o que eu for encontrando. É muito bom estar de volta ao Dessê!!

Esses são os Mendes Carvalho restantes. De Portugal. Do Brasil.
Todo mundo sabe que eu tenho uma família japonesa, né?! E a tia Márcia [Uehara] tem usado o Facebook pra encontrar familiares, ascendentes dos Uehara pelo mundo todo. Os contatos começaram pela Argentina e o pessoal está animadão. Ela me mostrou uma montão de fotos antigas - muito antigas diga-se de passagem, da década de 20!! - os primos, os tios e todo mundo que ela tem encontrado.
Tia Márcia, minha incentivadora. Aí, ontem, no regabofe da Tia Vilma, estávamos conversando sobre essa aventura dela atrás de suas origens, resolvi buscar as minhas também! Nossa, aquela conversa toda me animou muito pra saber de onde eu vim, o que faziam meus antepassados, quais são minhas raízes.
Pra quem não sabe, toda minha família paterna é portuguesa. Meus avós - João Mendes Carvalho e Maria Custódia Mendes Carvalho - vieram para o Brasil entre os anos 20 e 30, novos, com os filhos pequenos. Maria José, Maria de Jesus e José Maria. Onde resolveram se fixar, tiveram Carlos Alberto, meu pai. Ou seja, sou daquelas portuguesas autênticas...que tem galo na cozinha, que bota azeite em tudo, adora vinho do porto e bacalhau. Ah, e eu falo beeem baixinho também...quase não se ouve minha voz.
Enfim, esses são os únicos dados que tenho até agora. Mas, mesmo assim ainda estou inspirada no esforço da tia Márcia, da tia Vilma, dos Uehara e tô tentando loclaizar os Mendes Carvalho. Prometo que vou postando aqui o que eu for encontrando. É muito bom estar de volta ao Dessê!!

Esses são os Mendes Carvalho restantes. De Portugal. Do Brasil.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
OUÇA: O que a música faz em você?!
Eu não lembro bem que me disse, mas ouvi uma vez que o nosso corpo é formaado por 70% de água e que quando ouvimos música essas moléculas se movimentam produzindo sensações boas. Não sei, mas acho que é por isso que temos tanta vontade de dançar.
Mas sei lá, pra mim música serve pra tudo....é pra dançar, limpar a casa, curtir uma fossa, fazer exercício físico e principalmente pra trabalhar. É,trabalhar. Eu sou jornalista, leio e escrevo o tempo todo...e o tempo todo de fone de ouvido, ouvindo umas coisas X!!
Olha, meu amigo, tô pra conhecer uma pessoa mais eclética do que eu. É música japonesa, brasileira, portuguesa, mexicana, inglesa...pelamordeDeus!! Além das nacionalidades, a diversidade de ritmos é uma coisa louca. Aliás, não sei como eu não fico louca. Hehe...
Não adiantaria eu ficar aqui explicando tudo o que eu ouço em oito horas de trabalho, então pensei em fazer uma "playlist" aqui pra vcs saberem do que eu to falando. Não vale rir, hein?
California Gurls, Katy Perry. Esse ficou maior do que os outros porque: não consegui achar um do mesmo tamanho, é a música que mais tenho ouvido e o clipe é bem bacana. E olha que eu não gosto de clipe, hein?
Understand, Mel C. Pois é, a Sporty Spice lançou seu segundo CD solo e é muito bom. Mas muito bom. Claro, é um estilo bem diferente de quando ela fazia parte das Spice Girls, músicas mais maduras e tudo mais...mas a voz dele continua impecável.
Your Body is a Wonderland, John Mayer. O cara pra mim é um dos grandes nomes da nova geração. No estilinho sempre acústico e garoto que não penteia o cabelo, o cara faz um sucessão. Já imaginou alguém dizendo pra você que "your body is a wonderland"? Putz, eu piro.
Do You Love Me, The Contours. Pô, Motown!!!! Sem mais...um dos meus ritmos preferidos.
Smooth Criminal, Michael Jackson. Ai, o cara é um mito. Um dos grandes nomes da música, e essa é minha preferida dele.
Have You Ever Seen The Rain, Creedence. Ah, nada mais do que recordar é viver. Lembra, quando você fazia passinhos e batia palma? Aposto que uma das músicas era essa!!
There She Goes, The LA's. Não conheço nada da música, mas gosto muito, muito mesmo dessa música. Vale a pena dar uma conferida.
Save Ferris, Come On Eileen. Você assistiu o filme 10 Coisas que eu Odeio em Você?! Eles estavam lá!! E essa música é incrível!!
Underneath Your Clothes, Shakira. A Shakira canta muito, e essa é minha preferida!! Adoro!! Boas lembranças de tempo de colégio...
Oh, esse é só o começo!! Vou colocando mais pérolas da minha lista musical aos poucos. Minha dica é que você vá ouvindo algumas dessas pra ir se acostumando com a minha esquisitisse. Rs...
Mas sei lá, pra mim música serve pra tudo....é pra dançar, limpar a casa, curtir uma fossa, fazer exercício físico e principalmente pra trabalhar. É,trabalhar. Eu sou jornalista, leio e escrevo o tempo todo...e o tempo todo de fone de ouvido, ouvindo umas coisas X!!
Olha, meu amigo, tô pra conhecer uma pessoa mais eclética do que eu. É música japonesa, brasileira, portuguesa, mexicana, inglesa...pelamordeDeus!! Além das nacionalidades, a diversidade de ritmos é uma coisa louca. Aliás, não sei como eu não fico louca. Hehe...
Não adiantaria eu ficar aqui explicando tudo o que eu ouço em oito horas de trabalho, então pensei em fazer uma "playlist" aqui pra vcs saberem do que eu to falando. Não vale rir, hein?
California Gurls, Katy Perry. Esse ficou maior do que os outros porque: não consegui achar um do mesmo tamanho, é a música que mais tenho ouvido e o clipe é bem bacana. E olha que eu não gosto de clipe, hein?
Understand, Mel C. Pois é, a Sporty Spice lançou seu segundo CD solo e é muito bom. Mas muito bom. Claro, é um estilo bem diferente de quando ela fazia parte das Spice Girls, músicas mais maduras e tudo mais...mas a voz dele continua impecável.
Your Body is a Wonderland, John Mayer. O cara pra mim é um dos grandes nomes da nova geração. No estilinho sempre acústico e garoto que não penteia o cabelo, o cara faz um sucessão. Já imaginou alguém dizendo pra você que "your body is a wonderland"? Putz, eu piro.
Do You Love Me, The Contours. Pô, Motown!!!! Sem mais...um dos meus ritmos preferidos.
Smooth Criminal, Michael Jackson. Ai, o cara é um mito. Um dos grandes nomes da música, e essa é minha preferida dele.
Have You Ever Seen The Rain, Creedence. Ah, nada mais do que recordar é viver. Lembra, quando você fazia passinhos e batia palma? Aposto que uma das músicas era essa!!
There She Goes, The LA's. Não conheço nada da música, mas gosto muito, muito mesmo dessa música. Vale a pena dar uma conferida.
Save Ferris, Come On Eileen. Você assistiu o filme 10 Coisas que eu Odeio em Você?! Eles estavam lá!! E essa música é incrível!!
Underneath Your Clothes, Shakira. A Shakira canta muito, e essa é minha preferida!! Adoro!! Boas lembranças de tempo de colégio...
Oh, esse é só o começo!! Vou colocando mais pérolas da minha lista musical aos poucos. Minha dica é que você vá ouvindo algumas dessas pra ir se acostumando com a minha esquisitisse. Rs...
FATO: Tá bom, EU assumo vai...
Tá bom vai, eu admito...o Cristiano Ronaldo,jogador portuuguês de futebol é uma bichona!!! É, ele quebra a mão, rebola, usa shortinho mega curto brilhante e pinta as unhas do pé.
Eu tentei argumentar, disse que era intriga da oposição...maaaas, contra fatos não há argumentos, né?!



E tem mais, viu?! Mais imagens que mostram a gayzice do Cristiano Ronaldo!!! Rende umas boas risadas. Dá uma conferida!!
Eu tentei argumentar, disse que era intriga da oposição...maaaas, contra fatos não há argumentos, né?!



E tem mais, viu?! Mais imagens que mostram a gayzice do Cristiano Ronaldo!!! Rende umas boas risadas. Dá uma conferida!!
segunda-feira, 5 de julho de 2010
HOT: Robert Pattinson diz que fãs são as melhores garotas para namorar

O astro da saga "Crepúsculo", Robert Pattinson, é a favor da ideia de sair com fãs. O ator declarou que suas admiradoras são "o melhor tipo de garota" e que sempre quer sair com elas.
Em uma entrevista à televisão britânica nesta manhã, Pattinson confessou que já chamou uma fã para sair certa vez.
"Ela era mais uma perseguidora do que uma fã. Eu estava na Espanha e cansei de vê-la ficar me olhando pela janela então a chamei para fazer alguma coisa", conta.
Pattinson namora a atriz Kristen Stewart, estrela da saga vampiresca.
Agora, imagina a situação: você tá na janela, olhando pro Robert Pattinson...de repente ele desce e te chama pra ir tomar um sorvetinho ou sei lá...Meu Deus!!! Não vou ficar aqui contando o final da minha história...rs.
Rob, sou sua fã número 0, viu?!
Fonte:Folha on line
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